quarta-feira, 25 de junho de 2014

Viagem à França e Itália - 3º dia (1ª parte)

Estamos agora no 3º dia em Paris. O melhor de tudo: dia livre. Eu e minha irmã resolvemos que ficaríamos só nós duas para desfrutarmos de um dia inteiro sem horário para seguir. Não poderíamos ter feito escolha melhor. Só pecamos numa coisa: levantamos muito tarde e nosso café da manhã (por sinal, dos melhores de todo o roteiro) foi degustado às 9 horas. Nossa primeira parada foi na Catedral de Notre Dame.  
É o marco zero de Paris, já que é a partir de uma pedra colocada diante da Catedral situada na Île de la Cité que se contam as quilometragens das principais estradas francesas. A Catedral de Notre Damecomeçou a ser construída em 1163, no local onde antes havia outra igreja, sob o comando do então bispo de Paris, ávido por consolidar a imagem da cidade como polo religioso, cultural e intelectual do período. E o resultado da obra, executada em portentoso estilo gótico francês, foi satisfatório o suficiente para que, ao menos nos sete séculos seguintes (até a Revolução), a catedral fosse sinônimo do catolicismo parisiense. O impacto visual começa por suas dimensões – 130 metros de profundidade, 48 de largura e 35 de altura, o que a torna apta a acomodar até 6 mil pessoas – e se desdobra em cada detalhe da edificação (que demorou quase dois séculos para ser concluída) e da coleção de obras de arte que comporta, entre vitrais, quadros e esculturas.
A Notre Dame testemunhou alguns dos grandes eventos da história francesa, tais como a coroação de Napoleão como imperador em 1804 e a beatificação de Joana D’Arc em 1909 (representada em uma estátua no interior da igreja). Também está guardado em seu relicário nada menos que a suposta coroa de espinhos de Jesus Cristo, exibida aos visitantes na primeira sexta-feira de cada mês.








































terça-feira, 17 de junho de 2014

Viagem à França e Itália - 2º dia (3ª parte)


No segundo dia, num noite que mais parecia dia, traslado para o bairro boêmio Montmartre, um dos mais charmosos de Paris.cujo nome significa "Monte dos Martírios", porque, segundo a lenda, era o local onde Saint-Denis, primeiro arcebispo de Paris e padroeiro da cidade, foi martirizado junto com seus companheiros, no ano 250 de nossa era.





Passando pelo Bairro Latino, o que me chamou a atenção foi essa doceria que ostentava uma vitrine de doces muito elaborada, com um colorido bonito demais. Aqui vendem-se os famosos macarons, especialidade de Lorraine (Lorena), região do nordeste da França e que se tornou um dos símbolos gastronômicos desse país.

Comprando os ingressos para o funicular que nos levaria à  basílica de Sacré-Coeur.
Aguardando o funicular, um bondinho que sobe a encosta que nos levaria até a basílica de Sacre Coeur.
Para vocês, Maria Inês, Chiquita e Maria Aparecida.


Lá está a famosa Basílique du Sacré Coeur,ou melhor dizendo, a Basílica do Sagrado Coração, símbolo do bairro de Montmartre. Está localizada numa colina, no ponto mais alto de Paris. Foi construída no final do séc. XIX, com mármore travertino, o que lhe confere uma tonalidade branca, principalmente quando chove. Tem inspiração na arquitetura romana e bizantina. Linda, linda.




No alto da colina, em frente à Basílica Sacre Coeur, temos essa incrível vista de Paris.


Um selfie especial para este álbum.






Uma das atrações do Bairro de Montmartre: deixar-se retratar por artistas de rua.


Não havia tempo para mais nada, a não ser para um rápido lanche (crepe), pois a guia já nos esperava para o retorno. Observem as lojinhas de souverniers, uma ao lado da outra (parecia que estávamos no Brasil). O comércio de Montmartre não me deixou boa impressão, já que havia muita sujeira pelo chão, em geral papéis, e eu não encontrei nenhuma lixeira para o descarte.





Dez horas da noite e o céu ainda estava assim. Por aqui o sol começa a se por após 21h30.



Eis o Cabaré Molin Rouge do final do séc. XIX que ficou conhecido por conta de seus famosos frequentadores, como Toulouse-Lotrec e Van Gogh, lembrando que o bairro de Montmartre outrora foi o lado marginal de Paris, onde havia muitos cabarés e prostíbulos. Nosso grupo declinou de ir assistir a um espetáculo nessa noite pois estávamos tão cansados, que queríamos mais é ir para o hotel e descansar.