No segundo dia, num noite que mais parecia dia, traslado para o bairro boêmio Montmartre, um dos mais charmosos de Paris.cujo nome significa "Monte dos Martírios", porque, segundo a lenda, era o local onde Saint-Denis, primeiro arcebispo de Paris e padroeiro da cidade, foi martirizado junto com seus companheiros, no ano 250 de nossa era.
Passando pelo Bairro Latino, o que me chamou a atenção foi essa doceria que ostentava uma vitrine de doces muito elaborada, com um colorido bonito demais. Aqui vendem-se os famosos macarons, especialidade de Lorraine (Lorena), região do nordeste da França e que se tornou um dos símbolos gastronômicos desse país.
Aguardando o funicular, um bondinho que sobe a encosta que nos levaria até a basílica de Sacre Coeur.
Para vocês, Maria Inês, Chiquita e Maria Aparecida.
Lá está a famosa Basílique du Sacré Coeur,ou melhor dizendo, a Basílica do Sagrado Coração, símbolo do bairro de Montmartre. Está localizada numa colina, no ponto mais alto de Paris. Foi construída no final do séc. XIX, com mármore travertino, o que lhe confere uma tonalidade branca, principalmente quando chove. Tem inspiração na arquitetura romana e bizantina. Linda, linda.
No alto da colina, em frente à Basílica Sacre Coeur, temos essa incrível vista de Paris.
Não havia tempo para mais nada, a não ser para um rápido lanche (crepe), pois a guia já nos esperava para o retorno. Observem as lojinhas de souverniers, uma ao lado da outra (parecia que estávamos no Brasil). O comércio de Montmartre não me deixou boa impressão, já que havia muita sujeira pelo chão, em geral papéis, e eu não encontrei nenhuma lixeira para o descarte.
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