2º dia: 18/05/2014
Depois de um delicioso café da manhã, lá estávamos nós, nos preparando para uma visita ao Palácio de Versalhes. Grande expectativa, pois esse era um lugar que eu sonhei conhecer desde sempre.
Pelo caminho, uma vista panorâmica da cidade. Esse é o rio Sena, aliás, mais que um rio, o Sena é uma grande avenida de Paris. Detalhe: as fotos foram tiradas do interior do ônibus.
Casas típicas com revestimento externo de pedras. Charmosíssimas.
Que deleite! Simplesmente olhar, observar alguns detalhes, admirar a arquitetura do local e ficar encantada com esta linda paisagem era tudo o que eu fazia da janela do ônibus. Ah! E sempre agradecendo a Deus por ter me dado essa oportunidade.
Que encanto! Eu moraria nesse bairro, fácil, fácil! rsrsrs
Mesmo inconformadas por não entrar no Palácio de Versalhes, procuramos curtir os momentos que permaneceríamos nos jardins. E que jardins... Essa estátua de bronze (1686) de François Girardon, nos encantou.
Estátuas por todos os cantos dos jardins, os tornam únicos. Observem que lindo contraste sugere esta estátua renascentista de inspiração grega, que sobressai sobre o verde da paisagem.
Longos corredores atiçam nossa imaginação. Por aqui passearam reis e rainhas; a nobreza cortesã certamente fez deste lugar, refúgio para encontros amorosos.
Lindas fontes. Esta é a The Pyramid Fountaim.
Os jardins, a perder de vista.
Um dos lados de uma perfeita simetria.
Ops, uma visão conveniente de Hércules?
The Apollo Fountaim. Outra linda fonte.
Aqui até o lugar reservado ao restauro de parte dos jardins nos encantam. A organização se faz presente, como se fizesse parte da atração que é o espaço turístico.
Uma fonte sendo restaurada.
O grupo dissidente na Fonte do Dragão (The Dragon Fountaim). Sandra, Telma, Isabel e eu. Foto da Cida Borba.
Bosquet de La Colonnade, ou seja, pequeno bosque das colunas enfileiradas.
Flores singelas nascendo selvagemente nos Jardins do Palácio de Versalhes. Pode isso?
Ai, ai, que vontade de voltar lá novamente. Um dia sonhei em visitar esse lugar, e como pensamento tem poder, lá fui eu. Quem sabe, se firmar pensamento de voltar...
Os franceses sabem das coisas: o dourado faz os turistas delirarem. Afinal, um Palácio de reis tem que aparentar muita riqueza.
Vista frontal do Palácio de Versalhes.
Gente, esses angolanos perturbavam até. Bastava um olhar do turista para que eles não desgrudassem até conseguir vender alguma coisa.
Casas típicas com revestimento externo de pedras. Charmosíssimas.
Que deleite! Simplesmente olhar, observar alguns detalhes, admirar a arquitetura do local e ficar encantada com esta linda paisagem era tudo o que eu fazia da janela do ônibus. Ah! E sempre agradecendo a Deus por ter me dado essa oportunidade.
Que encanto! Eu moraria nesse bairro, fácil, fácil! rsrsrs
De repente, eis que surge ao longo do caminho uma das famosas feiras de Paris. Nesse caso, são as braderies de ruas, feiras onde os habitantes vendem, a preços baixos, móveis, roupas e outros objetos. Uma avenida imensa cheia de gente e barracas. Nossa, que vontade de descer do ônibus e ficar andando por aquele espaço cheio de energia parisiense. Confesso que nunca fui chegada a um brechó, mas em Paris eu encarava com o maior prazer.
Já em Versalhes, decepção: uma fila imensa aguardava para entrar no Palácio e, o que era pior, tínhamos apenas uma hora e meia para permanecer ali. Ou seja, uma hora na fila e meia hora para visitar o interior do recinto. Desistimos, eu e mais algumas companheiras do grupo. Melhor permanecer e pagar 9 euros para visitar os jardins do Palácio, onde a fila era bem menor. Foi o que fizemos.
Mesmo inconformadas por não entrar no Palácio de Versalhes, procuramos curtir os momentos que permaneceríamos nos jardins. E que jardins... Essa estátua de bronze (1686) de François Girardon, nos encantou.
Era só alegria!
Estátuas por todos os cantos dos jardins, os tornam únicos. Observem que lindo contraste sugere esta estátua renascentista de inspiração grega, que sobressai sobre o verde da paisagem.
Longos corredores atiçam nossa imaginação. Por aqui passearam reis e rainhas; a nobreza cortesã certamente fez deste lugar, refúgio para encontros amorosos.
Lindas fontes. Esta é a The Pyramid Fountaim.
Um dos lados de uma perfeita simetria.
Ops, uma visão conveniente de Hércules?
The Apollo Fountaim. Outra linda fonte.
Aqui até o lugar reservado ao restauro de parte dos jardins nos encantam. A organização se faz presente, como se fizesse parte da atração que é o espaço turístico.
Uma fonte sendo restaurada.
O grupo dissidente na Fonte do Dragão (The Dragon Fountaim). Sandra, Telma, Isabel e eu. Foto da Cida Borba.
Bosquet de La Colonnade, ou seja, pequeno bosque das colunas enfileiradas.
Flores singelas nascendo selvagemente nos Jardins do Palácio de Versalhes. Pode isso?
Ai, ai, que vontade de voltar lá novamente. Um dia sonhei em visitar esse lugar, e como pensamento tem poder, lá fui eu. Quem sabe, se firmar pensamento de voltar...
Os franceses sabem das coisas: o dourado faz os turistas delirarem. Afinal, um Palácio de reis tem que aparentar muita riqueza.
Vista frontal do Palácio de Versalhes.
Gente, esses angolanos perturbavam até. Bastava um olhar do turista para que eles não desgrudassem até conseguir vender alguma coisa.
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